Pitangus sulphuratus - Ouro Preto

Pitangus sulphuratus fotografado em Ouro Preto, Minas Gerais - Brasil - Fotógrafo: Ronald Péret



O bem-te-vi (português brasileiro) ou grande-kiskadi (português europeu) é uma ave passeriforme da família dos tiranídeos de nome científico Pitangus sulphuratus. A espécie é, ainda, conhecida pelos índios como pituã, pitaguá ou puintaguá. Outras apelações existentes são triste-vida, bentevi (esta grafia não é reconhecida pelo Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa), bem-te-vi-verdadeiro, bem-te-vi-de-coroa, tiuí, teuí, tic-tiui e siririca (somente para fêmeas). A versão em português europeu da palavra se assemelha com a anglófona: great kiskadee. Na Argentina, é conhecido como bichofeo, vinteveo e benteveo; na Bolívia, como frío; e, na Guiana Francesa, como quiquivi ou qu'est-ce qu'il dit.

Medindo cerca de 23,5 centímetros, caracteriza-se principalmente pela coloração amarela viva no ventre e uma listra branca no alto da cabeça, além do canto que nomeia o animal. Considerado um dos pássaros mais populares do Brasil, é um dos primeiros a vocalizarem ao amanhecer.


Dados da foto: 1/160 seg;   f/5,6;   ISO 100  - 300,0 mm   (em 35 mm: 450,0 mm)

Sicalis flaveola

Sicalis flaveola  -  Fotografado em Ouro Preto por Ronald Péret



O canário-da-terra (Sicalis flaveola), também é conhecido como canário-da-terra-verdadeiro ou canário-da-terra, também é conhecido no Brasil como canário-da-horta, canário-da-telha, canário-do-campo, canário-chapinha, canário-do-chão, coroinha e cabeça-de-fogo é uma espécie de ave da família Emberizidae

Sicalis flaveola  -  Fotografado em Ouro Preto por Ronald Péret



Distribuição geográfica
Originário da América do Sul, é encontrado na Colômbia, Equador, Venezuela, Peru, Bolívia, Brasil, Paraguai, Uruguai e Argentina. No Brasil, podemos encontrá-lo no Maranhão, Minas Gerais, Piauí, Ceará, Pernambuco, Bahia, Espírito Santo, Santa Catarina, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, São Paulo, Paraná, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Goiás.


Athene cunicularia no Campus Ouro Preto do IFMG

. . . A coruja-buraqueira (Athene cunicularia, anteriormente Speotyto cunicularia) LOcal: Campus Ouro Preto - IFMG - 09/11/2017. Foto: Ronald Péret (Licenciatura em Geografia) Nome Científico Seu nome científico significa: do (grego) Athene = divindade grega Atena; e do (latim) cunicularius, cuniculus = mina, mineiro, túnel, passagem subterrânea. ⇒ Coruja mineira ou coruja que cava túneis. Dados GPS: Latitude 20° 23' 44.442" S Longitude 43° 30' 10.446" W Altitude: 1176,20 m Direção do receptor 354,07° (direção real) Dados da camera: Sony DSC-HX400V Exposição: Manual; Medição de padrão 1/100 seg; f/8; ISO 320 214,7 mm (4.3-215.0 mm f/2.8-6.3) 18:16:33 . .
. . . A coruja-buraqueira[1] (Athene cunicularia, anteriormente Speotyto cunicularia), também chamada caburé-do-campo[1][2], coruja-do-campo[1][2], coruja-mineira[1], corujinha-buraqueira[1][2], corujinha-do-buraco[1][2], guedé[1][2], urucuera[1], urucureia[1] e urucuriá[1], recebe o nome de "buraqueira" por viver em buracos cavados no solo. Embora seja capaz de cavar seu próprio buraco, prefere os buracos abandonados de outros animais, como os dos tatus. É uma coruja terrícola e de hábitos diurnos, embora tenda a evitar o calor do meio-dia. Ocorre do Canadá à Terra do Fogo, bem como em quase todo o Brasil, mas com a exceção da Amazônia. Tais aves chegam a medir até 27 centímetros de comprimento. Vivem, no mínimo, nove anos em habitat selvagem e dez em cativeiro. Coloca geralmente de seis a doze ovos. Costumam viver em campos, pastos, restingas, desertos, planícies, praias e aeroportos. Os predadores documentados dessa coruja incluem texugos, serpentes e doninhas. . . .
Etimologia Cunicularia vem do latim cuniculator, "mineiro"[3]. "Caburé" vem do tupi kabu'ré[4]. "Urucuera", "urucureia" e "urucuriá" vêm do termo guarani para "coruja", urukure'a. . . Referências [1] http://www.academia.org.br/abl/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?sid=23 [2]FERREIRA, A. B. H. Novo Dicionário da Língua Portuguesa. Segunda edição. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1986. p. 488 [3]http://translate.google.com.br/ [4]FERREIRA, A. B. H. Novo Dicionário da Língua Portuguesa. Segunda edição. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1986. p.304

Bico-de-veludo (Schistochlamys ruficapillus)

O Bico-de-veludo (Schistochlamys ruficapillus), fotografado em Ouro Preto por Ronald Péret Local da câmera: Latitude: 20° 22' 46.704" S Longitude: 43° 34' 5.472" W Altitude: 1394,70 m Direção: 18,05° (direção real) É conhecido também como bicudo-do-tabuleiro, sanhaçu-tabuleiro (Natal/RN), figueira, figueira-bico-de-veludo, sanhaço-do-campo, sanhaço-pardo, sanhaçu-caboclo (Minas Gerais), saí-veludo, zorro, tiê-veludo e papa-laranja (Minas Gerais). Etimologia: Seu nome significa:: Schistochlamys - do (latim) schistus = cor de ardósia, acinzentado; e do (grego) khlamus = capa, manto, capote; ruficapillus - do (latim) rufus = vermelho; e capillus = referente à cabeça. ⇒ (Ave) com manto acinzentado e cabeça vermelha. Características A plumagem do dorso é azul-acinzentada, tem uma máscara negra na face. Na parte inferior, garganta, peito e barriga são acanelados. O baixo-ventre é branco-acinzentado. Espécie sem dimorfismo sexual. Possui um canto melodioso, repetido incessantemente que pode variar de região para região, sendo ora mais “limpo” ora mais “embolado”. Comprimento: 18 centímetros; peso: 38 gramas. Hábitos Pode ser encontrado em cerrados, caatingas, campos de altitude, campos sujos, jardins e acima da linha de florestas. Vive solitário ou aos pares, pousado em arbustos baixos, com frequência em áreas bastante abertas. Junta-se a bandos mistos eventualmente. Pousa no topo de pequenas árvores para cantar e olhar. Foto: Sony DSC-HX400V Distancia focal: 215,0 mm (35 mm =1200 mm 1/160 seg; f/6,3; ISO 320 05/11/2017 – 18:59:09 (horário de verão) Foto original: 5184 × 3456 350 Pixel por polegada (foto postada 1920 x 1080)
Foto: Sony DSC-HX400V Distancia focal: 215,0 mm (35 mm =1200 mm 1/160 seg; f/6,3; ISO 320 05/11/2017 – 18:58:12 (horário de verão) Foto original: 5184 × 3456 350 Pixel por polegada (foto postada 1920 x 1080) Local da câmera: Latitude: 20° 22' 46.704" S Longitude: 43° 34' 5.472" W Altitude: 1394,70 m Direção: 18,05° (direção real)

Elanus leucurus

elanus_leucurusO Gavião-peneira é uma ave accipitriforme da família Accipitridae. É conhecido também como Gavião-peneirador, Peneira e Peneireiro-cinzento.

Costuma caçar peneirando contra o vento, examinando o solo a uma altura de cerca de 30 metros, mantém as asas bastante elevadas

O gênero Elanus possui quatro especies sendo o Elanus leucurus a maior delas e a única que ocorre no Brasil (del Hoyo et al,1994).elanus_26 />

Imagem obtida a menos de sete quilometros do centro historico no moomento da imagem ele esta executado seu admirável modo de caçar usando uma técnica de vôo especial, ele fica batendo as asas, rapidamente, no mesmo lugar e a uns 30 metros de altura, procurando sua presa. Esse hábito foi denominado “peneirar”, razão de seu nome, comum. Ao observar suas presas ele fica com as asas na vertical e deixa o corpo cair. Como sua cor dominante é cinza clara, quase branca, parece um enorme floco de algodão caindo. Ao chegar próximo ao solo, dá uma batida de asa, para frear a queda e apanhar a presa.

"O Elanus leucurus no Brasil, possui populações residentes e migratórias, e esta foi a primeira vez vejo um exemplar desta espécie nos arredores de Ouro Preto, por estas paragens os Carcarás (Polyborus plancus ou Caracara cheriway) e os gaviões-de-rabo-branco (Buteo albicaudatus)são as figurinhas mais encontradas, voando e caçando até acima de nossos telhados. Mais imagens no Flickr de Ronald Péret.elanus_73

Xolmis cinerea (imagens)

Maria-branca - Grey Monjita
Maria-branca (Xolmis cinerea) - Grey Monjita
Maria-branca (Xolmis cinerea)
Maria-branca (Xolmis cinerea) - Grey Monjita

Maria-branca (Xolmis cinerea) Maria-branca (Xolmis cinerea)

Columba livia dois vídeos (banho urbano) 80s e 31s



Abaixo texto com o registro de frases inseridas no documentário.

A Columba Livia ou pombo-doméstico ou pombo-das-rochas - Esta espécie é originária da Eurásia e África e foi introduzida no Brasil no início da colonização portuguesa “presente de Grego”*.
Encontra-se na lista de espécies exóticas invasoras do Brasil. No momento da filmagem as vozes humanas e o movimento dos veículos, e preenchida com a vocalização de um Gavião-carrapateiro (Milvago chimachima), muito comum no Brasil, inclusive em áreas urbanas – e tem o habito de saquear ninhos de outras aves e captura os indefesos", Mas este gavião não é um predador dos pombos, alias raros são os animais que o querem , soma a este fato a sua rápida reprodução: os ovos incubados os ovos, levam de 14 a 19 dias para nascerem; os filhotes abandonam os ninhos com 15 dias... por ano um casal pode mutiplicar rapidamente. Tidos como "ratos de asas", em áreas urbanas. " Alimenta-se do que estiver disponível nas ruas", resíduos, lixos o que achar e o maior problema ele é considerado um problema ambiental compete com as espécies nativas e o pior para nos ouropretanos danifica monumentos com suas fezes, povoa nossos telhados com parasitas e outros seres, por isto “humanos” tomem consciência de que a alimentação deste animal, leva a proliferação do problema urbano e do ambiental , eles podem transmitir doenças ao homem. já são catalogadas 57 doenças transmitidas pelos pombos.
EM MEIO A NATUREZA E A URBANIZAÇÃO... O NATURAL SEGUE SEU CURSO. DOCUMENTÁRIOS EM VÍDEOS - RONALD PÉRET
*A expressão, que significa oferta que traz prejuízo ou aborrecimento a quem recebe, surgiu em decorrência da Guerra de Troia (Um cavalo de madeira deixado como presente às portas de Troia, há maios de três mil anos dos gregos para os romanos”.
DOCUMENTÁRIOS EM VÍDEOS - RONALD PÉRET
mais 25 segundos da Columba livia em grupo ...

Hirundinea feruginea (vídeo 3 vôos em 25s)

Em meio a natureza virgem e selvagem e a natureza urbanizada, o natural segue seu curso mais existe o habito entre nós, de chamar de patrimônio o que o homem construiu , na maioria das vezes, com o grande auxilio da natureza; um patrimônio habitualmente apontado como “cultural” e que torna a cada dia “um quadro natural”, neste presente de constantes modificações é necessário achar um “futuro para o nosso passado”, algo que favoreceria a sociedade no todo. (Ronald Peret)



Hirundinea ferruginea por Ronald Péret (3 vôos em 25s)
O gibão-de-couro (Hirundinea ferruginea), também conhecido como birro e joão-pires, é uma ave passeriforme da família Tyrannidae, filmado em Ouro Preto, no telhado de uma das casas ao lado da Igfrja do Carmo. No Filme original a ave faz mais dois voos um minuto e 51 segundos
Cliff Flycatcher (Hirundinea ferruginea)

Um raro momento...

Cariama cristata Seriema ou Siriema - Cariama cristata.
Um raro momento em que uma seriema sobe em uma arvore, pois são aves de médio porte, terrestres, e que preferem correr a voar.

Falco rufigularis ( Cauré /Bat Falcon)

Dois lugares: Em uma ruína (templo) Maia na Guatemala, abandonado a centenas de anos e em um monumento ao Tiradentes na histórica Ouro Preto, lugares especiais “Patrimônios da Humanidade” e um “algo em comum”, o Falco rufigularis ( Cauré /Bat Falcon), os dois únicos vídeos na internet “devorando a presa”, um feito vídeo pela National Geografic com toda a estrutura e conhecimento, pois é a maior instituição de informação sobre “tudo” sem igual por mais de 100 anos, e o outro video capturado por Ronald Péret , usando uma pequena câmera HS10 da FujiFilme (US$400), os dois vídeos momentos especiais sem igual na internet, pois vasculhando a rede tem somente sete vídeos desta espécie, e quase sempre pousado,
Falco rufigulares (Bat Falcon/ Cauré) eating a prey on a 200 hundred earys old statue in the old histórico town of Ouro Preto - Minas Gerais – Brazil
Foram feitos vídeos de vários ângulos e de longa duração “preview” 41segundos.



A melhor estória e que comprei a câmera menos de 16 horas antes e sabia que ia fazer algo único, e já sabia que seria um Falco, não foi só a sorte... esperei por ele, vigie, uma longa estória, numa seqüência de vídeos e fotos, o acaso não faz foto: observação ritmada com a natureza, seguindo a intuição e o instinto que carrego na minha bagagem, tanto é que moro a menos de 60m metros desta estatua, e hoje (quis provar para mim, que sou capaz de fazer muito mais que alguém já fez pela natureza da região de Ouro Preto , vasculhei ao redor desta estatua e a menos de 120 metros desta estatua, consegui fazer videos e fotos em pleno centro histórico de alguns primatas, como o Callicebus personatus ou Sauá so para ter uma idéia tais primatas chegam a medir 60 cetimetros, e aonde fotografei ninguém nunca tinha visto e nem um bando dos fabulosos de sagüi-de-tufos-pretos ou Callithrix penicillata, popularmente conhecido como Mico-estrela... ambos vivendo ao redor desta áreas verdes dentro da cidade, o mais incrível que ninguém vê, bem deixo os mamíferos e vamos para o mundo alado; uma Xolmis cinerea (Maria-branca /Grey Montija) alimentando dois filhotes em um ninho feito na vestimenta de pedra de um anjo no relevo no pórtico que Aleijadinho esculpiu, na entrada de uma igreja de nossa senhora do Carmo; uma família de Hirundinea ferruginea (Gibão-de-couro/ Cliff Flycatcher),; foram outros e um sensacional banho de algumas “Columba livias” (Pombo - domestico ou pombo-comum/ Rock Pigeon) em menos de 24 horas e isto eu sempre serei um caçador de imagens,

falco_rufigularis_hs max zoom 720 A Natureza e Ouro Preto por Ronald Péret Falco rufigularis e a estatua do Tiradentes
Camera Fujifilm FinePix HS10 Exposure 0.002 sec (1/600)
Aperture f/6.4 Focal Length 110.7 mm ISO Speed 400

Sobre a estatua: Nas comemorações do primeiro centenário da execução de Joaquim José da Silva Xavier, em 21 de abril de 1892, foi lançada a pedra fundamental do monumento; Dois anos após, era solenemente , a partir de então, a praça passou a se chamar Tiradentes. Com uma altura total de 19 metros, o monumento foi feito em granito extraído do Morro da Viúva, no Rio de Janeiro. A Estátua em bronze do Tiradentes tem 2,85 metros, foi fundida na Itália e as vinte e quatro peças decorativas foram executas em Buenos Aires. A estátua foi concebida pelo artista italiano Virgílio Cestari, que era diplomado em arquitetura e escultura pelo “Régio Instituto de Bellas Artes”, de Florença. Segundo a tradição, a estátua foi colocada propositalmente de costas para o Palácio do Governo.

Xolmis cinerea com vocalização (video)



Xolmis cinerea com vocalização chamando por filhote - Full HD 1920x1080 29 segundos - Parte do documentário do fotografo e cinegrafista Ronald Peret - (Maria-branca / Gray Monjita)

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fotos e video de hoje.

Xolmis cinerea com filhotes

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imagem do video, que vai ser postado ainda hoje...

Logo postarei mais...

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roads through my windscreen...texto parcial da reportagem: ...esta serie de imagens através do “pára-brisa” , não são as mais nítidas... pois o foco esta na emoção...no momento como este da foto de um carcará (Polyborus plancus), que surge na direção do veiculo e por instantes desaparece, e se conseguimos fazer esta imagem, e por que verdadeiramente todos os instintos e conhecimentos, estão encravados em um click.

Harpyhaliaetus coronatus

águia-cinzenta(rara, ameaçada, criticamente em perigo)

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A raridade desta ave de rapina, uma das maiores águias do mundo: ameaçada, rara em alguns lugares, criticamente em perigo em outros, e na região que foi fotografada não e vista por nenhuma pessoa desde 1993 e provavelmente nunca foi fotografada livre no estado, e talvez nunca no mundo sendo perseguida por dois gaviões , graças a "mãe natureza" e a minha comunicação com o mundo animal...este é o quarto ano em seguida que acho esta ave...melhor dizendo o casal, as fotos não são perfeitas...mas a raridade do momento... é o mais importante

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Harpyhaliaetus coronatus / águia-cinzenta
(Vieillot, 1817)
2009 IUCN Red List Category (as evaluated by BirdLife International - the official Red List Authority for birds for IUCN): Endangered
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Situação
Mundial (2003): VU
Brasil (2003): VU
Brasil (1989): ameaçada
Paraná (1995): rara
Minas Gerais (1995): em perigo
São Paulo (1998): A-CP (criticamente em perigo)
Rio Grande do Sul (2002): criticamente em perigo
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Graças à "mãe natureza" e a minha comunicação com o mundo animal... este é o quarto ano em seguida, que encontro e fotografo esta ave... melhor dizendo o casal, as fotos não são perfeitas...mas a raridade do momento... é o importante, provavelmente sou o único no mundo a ter uma cervo de mais de 400 fotos desta espécie raríssima, desde 1993 não se vê uma em toda a região, desde a Serra da moeda ate o Itacolomi, ter estas fotos em vôo livre, paradas e sendo perseguidas por carcarás e algo que junta todos os fatores..sorte, rapidez, visão (olhos de águia), técnica (para chegar...tão perto sem ser notado...muitas vezes em campo aberto e muita paciência, pois não uso nada a não ser a experiência... esta imagem abaixo foi o mais proximo que já cheguei... bem abaixo do seu bico poderoso... ela simplismente tem em torno de 75 a 85 cm de altura a garras maiores que meus dedos, sua envergadura e bem maior que a minha e olhe a minha beira os 1,80 m, 3quilos com estas asas , garras e bico... já virão o estrago que ela pode causar...
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Hirundinea ferruginea

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O gibão-de-couro (Hirundinea ferruginea), também conhecido como birro e joão-pires, é uma ave passeriforme da família Tyrannidae, fotografado em Ouro Preto, nas cantarias e torres da igreja de Santa Efigenia.


Tyrant-flycatchers (Tyrannidae)
Cliff Flycatcher (Hirundinea ferruginea)

French: Moucherolle hirondelle German: Schwalbentyrann Spanish: Birro Común
Other common names: Swallow Flycatcher (bellicosa)

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Taxonomy: Todus [] ferruginea J. F. Gmelin, 1788, Cayenne.
Closely allied to Neopipo and Pyrrhomyias. Four subspecies recognized.

Subspecies and Distribution:

sclateri Reinhardt, 1870 - W Venezuela and S on E slope of E Andes from Colombia to SE Peru (S to Cuzco).
ferruginea (J. F. Gmelin, 1788) - Disjunctly in extreme E Colombia (R Vaupes), NW Brazil (NW Amazonas), SE Venezuela (Bolívar), SW Guyana and French Guiana.
pallidior Hartert & Goodson, 1917 - N & E Bolivia, W Paraguay and NW Argentina (S to La Rioja and Córdoba).
bellicosa (Vieillot, 1819) - S & E Brazil, E Paraguay, NE Argentina (Misiones) and Uruguay.

Nome comum: Gibão-de-couro, Birro castaño, Viudita colorada, Atrapamoscas de precipicios, Cliff flycatcher
Ordem:Passeriformes Família: Tyrannidae
Nome Científico: Hirundinea ferruginea (Gmelin, 1788)-
Cidade: Ouro Preto Estado: MG
Identificação:
Observações:


Cliff Catcher by Ronald Peret 10/jan/2010

Encontro de Observadores de Aves do WikiAves

Prezados leitores,

O Primeiro Encontro de Observadores de Aves do WikiAves será realizado de 30 de outubro a 2 de novembro em Ubatuba/SP, região rica em biodiversidade, visitada por birdwatchers de todo o mundo. Possui mais de 80% de Mata Atlântica preservada em seu vasto território. Além disso, é banhado por mar azul, com praias paradizíacas e com infra-estrutura turística pronta para receber amantes da natureza e suas famílias. É o lugar perfeito para o I Encontro de Observadores do WikiAves, durante o qual serão promovidos passeios para fins de observação de aves em locais destacados por sua biodiversidade.

Participe e conheça de perto as belíssimas espécies de Ubatuba que ilustram WikiAves e encantam a todos.

WikiAves Comunidade Online de Observadores de Aves

Tangara desmaresti

tangara_desmaresti
Saíra lagarta Nome científico: Tangara desmaresti
Tamanho: 13,5 centímetros.
Descrição: Montícola. fronte negra, zona azul celeste em torno dos
olhos, pescoço anterior e peito amarelado; destaca-se uma nódoa negra
na garganta posterior. Resto do corpo verde com estriação negra no
dorso.
Vocalização: Voz aguda, “ziä”, “zi,zi,zi”, “zirrr”, “zip” sendo estes pios
repetidos como canto às vezes por alguns indivíduos juntos.
Habitat: Vive nas capoeiras e nas matas. Encontrado na região
de Ouro Preto.
Distribuição: Ocorre do Espírito Santo ao Paraná e Santa Catarina,
também em Minas Gerais (Serra do Caraça, em companhia de Tangara
cyanoventris).
Nomes populares: “Saíra-da-serra”, “Saíra-lagarta” e “Saíra-dourada”.
Bibliografia: Ornitologia brasileira Helmut Sick 747
Foto Ronald Peret

Emberizoides herbicola


Uma das formas de indentifica-lo: riscado negro das costas destaca-se, bem como o bico, pontudo e amarelado com o bordo superior negro. À frente do olho, um pequeno semicírculo claro pode auxiliar na identificação, dependendo da luz. A longa cauda (cerca de metade do comprimento total da ave) é capaz de identificá-lo.
Vive solitário ou em casais, os dois exemplares aqui postados estavam a poucos metros um do outro, a foto horizontal a possibilidade de ser uma femea é grande pois alem da cor "palida", o juvenil (imaturo) estava por perto foto vertical: partes inferiores das asas são amareladas na fase juvenil (cinza claro nos adultos), outra identificação, o bico falta o tom amarelo dos adultos. Local das fotos: Campo Alto/Cerrado; altitude de 1400 metros - Ouro Preto - Minas Gerais - Brasil

Canário-do-campo | Nome Científico Emberizoides herbicola (Vieillot, 1817) | Nome em Inglês: Wedge-tailed Grass-Finch
Scientific classification| Kingdom:Animalia | Phylum: Chordata | Class: Aves| Order: Passeriformes | Family: Thraupidae | Genus:Emberizoides | Species: E. herbicola | Binomial name Emberizoides herbicola (Vieillot, 1817)
The Wedge-tailed Grass-finch (Emberizoides herbicola) is a species of bird in the family Thraupidae; it was formerly placed in the Emberizidae. It is found in Argentina, Bolivia, Brazil, Colombia, Costa Rica, French Guiana, Guyana, Panama, Paraguay, Peru, Suriname, Uruguay, and Venezuela.


Obs.: sempre uso seis livros (os melhores e mais completos disponíveis), vejo dezenas de fotos (internet), leio textos em ingles e português, disponiveis tambem na internet, tudo isto para identificar corretamente uma espécie. Leva horas ou dias, dependendo da espécie, mas ao obter o Guia de Campo - Aves do Brasil Oriental de Tomas Sigrist (Avisbrasilis), identificar aves no campo, ficou extremamente mais leve e facil, eu Ronald Peret, recomendo este guia, hoje dia 24/04 no site da Avisbrasilis ele esta esgotado... adquirem este guia, vai ser muito útil, seu tamanho e informações nele contidas, são perfeitos para observadores de aves e biólogos.
Consegui o ultimo exemplar na Status Livraria em Belo Horizonte, após ver que o mesmo, estava esgotado na Avisbrasilis, Saraiva, Siciliano...(24/04/2009).

Speotyto cunicularia


Coruja Buraqueira : Família strigiadae ordem strigiformes Speotyto cunicularia* ( Molina, 1782)
nomes:Coruja-buraqueira ou Coruja do campo / Burrowing Owl / Lechucita de lãs viscacheras / Mochuelo de hoyo
*Speotyto – do grego speos = caverna, habitar em caverna +gênero Tyto = coruja, mocho; cunicularia – do latim cunicularius = mineiro ( cuniculus = passagem ou caminho no subsolo, numa mina subterrânea).

Uma exceção no mundo das corujas, pois alem de seus hábitos crepusculares e noturnos, podem ser encontradas durante o dia, ao longo de estradas vicinais, postes, cercas, vocalizando e movimentando a cabeça para frente e para trás

Alimentação: artrópodes variáveis a proporção maior são besouros, podem também se alimentar em menor proporção de pequenos anfíbios, mamíferos, passarinhos, roedores e répteis.
Sua distribuição geográfica, com base em literaturas se estende por quase toda a América latina, com exceção dos Andes, Peru, Venezuela, Guianas, Amazonas e estados do norte do Brasil.

Uma história por trás da imagem
Viajando pelo interior precisamente Monte azul Paulista, Paraíso, Bebedouro e Marcondesia, cidades do noroeste do estado São Paulo. Acompanhava meu pai, por caminhos da sua infância, estradas de terra e caminhos entre plantações de cana de açúcar, café, laranja. Muita coisa mudou as tendências e mudanças econômicas mudaram a forma das colheitas e o que plantar, hoje ate mesmo seringueiras podem ser encontradas em locais onde os laranjais imperavam, mais ao longo desde mais de cinqüenta anos sem retornar, a grande mudança foram os loteamentos, onde outrora eram sítios e chácaras, o que realmente permanece com pouca alteração são os hábitos das corujas-buraqueiras, ao longo da estrada mostrando-se presente em mourões de cerca, vocalizando e movimentando a cabeça num ritmo pra frente... pra trás. Um fato interessante: por possuírem tarsos-metatarso longos, tem hábitos terrícolas; o mais observado e o uso dos pés para escavarem um túnel no solo, no qual constrói seu ninho, isto quando não usa um buraco abandonado pelos tatus. Capim ou esterco seco materiais fartamente encontrados nestas plantações, ficam no fundo deste túnel, onde em geral a fêmea põem ate quatro ovos brancos, o casal se reveza na incubação que dura de 23 ou 24 dias. Nos ninhos, que observei e pode fotografar, possuíam dois ou três filhotes, estes pareciam mais fantasmas de seus pais, eram brancos acinzentados e feios.


Estes comportamentos e hábitos citados acima, foram notados na região e nos momentos anteriores e posteriores ao serem fotografados, para obter mais informações detalhadas sobre esta espécie em outras áreas, o melhor é aprofundar sua pesquisa em sites especializados. Este web site se destina a um publico heterogêneo, sua variação de navegadores, vai dos que desejam conhecer um pouco de um subjetivo com detalhes e aqueles que desejam imagens para completarem suas pesquisas, teses e reportagens. Lembramo-nos, que a utilização das imagens e os direitos de usos, devem ser obtidos através do contato com o fotografo responsável pela imagem ( ronald_peret@yahoo.com ),o texto acima se trata de uma referencia pessoal, não tendo valor cientifico, para alguma correção ou acrescentar mais informações, entre em contato ou deixe seu comentário abaixo.
Local e outros dados
O interessante em um dos locais, aonde foi fotografada as corujas-buraqueiras, e das mesmas adotarem uma aparição diurno-noturnas, mesmo quando fotografados dentro do perímetro urbano. Vale lembrar que certo cuidado deve ser tomado, com respeito ao approach, como a maioria das aves, defendem seus ninhos de maneira furiosa.
Dicas e outras informações
Dica: Como este web site destina também a fotógrafos amadores, alunos dos workshops da Imagem natural e outros interresados, a tática usada foi uma aproximação lenta, estudar os pontos de parada, a rotina natural e por ultimo só movimentar quando um outro elemento, despertar o interesse e assim a desatenção para com a nossa chegada.

Cariama cristata


visitantes: texto complementar e mais fotos... assim que for possível.